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Blockchain também é para o setor público

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Blockchain e Bitcoin são assuntos cada dia mais frequentes nas manchetes das revistas e jornais, já repararam? Criado em 2009, o Bitcoin foi praticamente ignorado pela imprensa (e por quase todo mundo) até 2011, quando a cotação da moeda subiu de $0.30 para mais de $20 em alguns meses. Junto ao Bitcoin, passamos a ouvir falar do Blockchain do Bitcoin, um banco de dados onde ficam registradas todas as transações ocorridas com cada uma das moedas Bitcoin. Quando dados são escritos no blockchain, não podem mais ser apagados. Mas esse banco de dados não está armazenado em um único local nem sob controle de uma única empresa ou órgão, ele está descentralizado, com cópias em todos os computadores que queiram fazer parte da rede Bitcoin. Um software específico implementa regras e incentivos econômicos que garantem que todas essas cópias sejam exatamente iguais, o que torna quase impossível “falsificar” uma moeda bitcoin. E isso foi só o começo da história. Essas tecnologias avançaram e gra

Especialistas defendem uso da tecnologia BlockChain para reduzir fraudes com dinheiro público

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O BlockChain, que tem sido visto como uma possibilidade de facilitar a fiscalização das contas do governo, é a mesma tecnologia que está por trás da moeda virtual Bitcoin Audiência pública debateu novas formas de fiscalizar o uso do dinheiro público, a partir da tecnologia conhecida por BlockChain Além de favorecer mais transparência às contas do governo, o BlockChain foi defendido como alternativa para integrar as bases de dados dos órgãos públicos. O debate aconteceu em audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, realizada nesta quinta-feira (31), com a participação de especialistas e do Tribunal de Contas da União. O TCU destacou que um dos maiores problemas relacionados ao controle das contas públicas é a falta de integração dos dados do governo, como explica o secretário de gestão de informações do Tribunal, Wesley Vaz. "Se houvesse uma integração maior entre essas informações por parte da administração pública federal, o risco de se en

Bitcoin pode tornar-se uma ameça para o Dólar Americano no futuro

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Um dos principais decisores políticos dos EUA compartilhou observações sobre o Bitcoin , que são principalmente positivas, também não o descartou como uma potencial "ameaça" ao dólar americano, em uma entrevista com a CNBC na segunda-feira, 14 de maio. Falando com a CNBC nos bastidores da conferência Consensus 2018 em Nova Iorque na segunda-feira, o presidente do Banco de Reserva Federal de St. Louis, James Bullard, também notou os aspectos positivos da criptomoeda , em particular, a questão da redução de custos no comércio. Ele afirmou que a criptomoeda está “facilitando o comércio que não ocorreria caso contrário. Parte disso é ilegal, mas parte evita custos que, de outra forma, seriam envolvidos”. Perguntado se o Bitcoin é uma ameaça para o dólar americano, Bullard expressou incerteza sobre a concorrência potencial que a principal criptomoeda poderia representar, dizendo: "Eu não penso assim neste momento [...]. Nós não sabemos como vai ser o

Cripto híbrida e fundo imobiliário ganham permissão do governamental na Alemanha

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A BITREAL Capital GmbH, com sede em Munique, recebeu autorização de comercialização e registro da Autoridade Federal de Supervisão Financeira da Alemanha (BaFin) para um fundo híbrido de criptomoedas e imóveis, informou a Finance Magnates em 24 de abril. De acordo com o perfil da empresa no LinkedIn, a BITREAL Capital GmbH foi fundada em 2017 e é um “fundador e inovador de fundos” na área de fundos de investimento alternativos especiais (AIFs). O fundo BITREAL Real Estate Blockchain Opportunities 1 (BREBCO 1) será supostamente o primeiro fundo desse tipo na Alemanha a combinar criptomoedas e imóveis. A estratégia do BREBCO 1 é investir na tecnologia Blockchain através de tokens e moedas estabelecidas, bem como de imóveis comerciais básicos, parcialmente financiados por empréstimos bancários, nas 10 principais regiões econômicas da Alemanha. O fundo diz que espera gerar um retorno anual de 15% ao longo de um período de sete anos, e tem como meta um volume de 40 mil

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